Planejamento de Ensino Individualizado Aplicado a Pessoa com TGD

Entrevista produzida para a disciplina 12, “Tópicos Especiais: Comunicação Alternativa nos TGD”, do curso de especialização em Educação Especial na área de Transtornos Globais do Desenvolvimento do programa Redefor Educação Especial e Inclusiva, oferecido pela Unesp. A professora autora Cátia Walter entrevista a professora da Educação Especial Lorinisa Kanaak da Costa.

Plano de Atendimento Individual – PAI

plano

Olá,

Faz tempo que não passo por aqui! Porém, hoje trouxe novidades!!! O PAI que é um  Plano de Atendimento Individual para alunos com TGD a ser elaborado após a avaliação inicial da habilidades desenvolvidas e necessidades do estudante proposto pela REDEFOR.

Lembre-se que o mais importante neste momento é o planejamento das Estratégias que o professor especializado da sala de recursos adotará para auxiliar o aluno a avançar nas áreas de maior necessidade, de acordo com o que já foi apontado no Avaliação do aluno.

Analise qual (is) a(s) área(s) prioritária(s) de intervenção para planejar, detalhadamente (o quê e como desenvolver aquela habilidade) sua (s) estratégia(s), visando o avanço em relação àquilo que  o aluno ainda não realiza sozinho ou que realiza apenas com ajuda.

Conheça-o e baixe-o se assim preferir:

PLANO DE ATENDIMENTO INDIVIDUAL_TGD_modelo

Forte abraço a todos,

Leila

Abertura de credenciamento para a função de docente Interlocutor de Libras

Edital Interlocutor de Libras 2015

I – Da inscrição

  1.  1) Período, horários e local:Período: 09/12/14 a 16/12/14

    Horário: 9h às 11h30min e das 13h às 16h30min

    Local: Diretoria de Ensino – Região de Adamantina – Alameda Bráulio Molina Frias, n° 120 – Vila Cicma – Adamantina/SP, C.E.P. 17.800-000 – Fone: (18) 3502-2300 – Fax: (18 3521-4679)

Segue o link para mais informações:

http://deadamantina.educacao.sp.gov.br/

RESOLUÇÃO SE 61, de 11-11-2014 – Dispõe sobre a Educação Especial nas unidades escolares da rede estadual de ensino

RESOLUÇÃO SE 61, de 11-11-2014

Dispõe sobre a Educação Especial nas unidades escolares da rede estadual de ensino

O Secretário da Educação, com fundamento nas disposições dos artigos 58, 59 e 60 da Lei Federal 9.394/96, na Política Nacional de Educação Especial em sua perspectiva da Educação Inclusiva, na Resolução Conjunto SEDPCD/SES/SEE/SEDS/SEERT/SEELJ/SEC/SEJDC/SEDECT 01/13, no Decreto 60.075/14, alterado pelo Decreto 60.328/14, que observa o disposto na Deliberação CEE 68/07, e considerando:

– o direito do aluno a uma educação de qualidade, igualitária e centrada no respeito à diversidade humana;

– a necessidade de se garantir atendimento a diferentes características, ritmos e estilos de aprendizagem dos alunos, público-alvo da Educação Especial;

– a importância de se assegurar aos alunos, público-alvo da Educação Especial, o Atendimento Pedagógico Especializado – APE,

Resolve:

 

Artigo 1º – São considerados, para fins do disposto nesta resolução, como público-alvo da Educação Especial, nas unidades escolares da rede estadual de ensino, os alunos que apresentem:

I – deficiência;

II – transtornos globais do desenvolvimento – TGD;

III – altas habilidades ou superdotação.

 

Artigo 2º – Fica assegurado a todos os alunos, público-alvo da Educação Especial, o direito à matrícula em classes ou turmas do Ensino Fundamental ou Médio, de qualquer modalidade de ensino.

  • 1º – Aos alunos, público-alvo da Educação Especial, já matriculados na rede estadual de ensino, será assegurado o Atendimento Pedagógico Especializado – APE, com condições de acesso e apoio à aprendizagem, bem como à sua continuidade.
  • 2º – Os alunos, a que se refere o parágrafo 1º deste artigo, serão encaminhados para o Atendimento Pedagógico Especializado – APE adequado a suas deficiências, ou aos transtornos globais do desenvolvimento, ou, ainda, às altas habilidades/superdotação que apresentem, após avaliação pedagógica, a ser disciplinada em regulamento específico.

 

Artigo 3º – O Atendimento Pedagógico Especializado – APE dar-se-á:

I – em Sala de Recursos, definida como ambiente dotado de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos, visando ao desenvolvimento de habilidades gerais e/ou específicas, mediante ações de apoio, complementação ou suplementação pedagógica, na seguinte conformidade:

  1. a) com turmas de até 5 (cinco) alunos da própria escola e/ou de diferentes escolas ou de outra rede pública de ensino;
  2. b) com 10 (dez) aulas, para cada turma, atribuídas a professor especializado;
  3. c) com número de alunos por turma definido de acordo com  a necessidade de atendimento;
  4. d) com atendimento individual e de caráter transitório a aluno, ou a grupos de alunos, com, no mínimo, 2 (duas) aulas semanais e, no máximo, 3 (três) aulas diárias, por aluno/grupo, na conformidade das necessidades avaliadas, devendo essas aulas ser ministradas em turno diverso ao de frequência do aluno em classe/aulas do ensino regular;

II – em Classe Regida por Professor Especializado – CRPE, em caráter de excepcionalidade, para atendimento a alunos que apresentem deficiência intelectual, com necessidade de apoio permanente/pervasivo, ou deficiências múltiplas e transtornos globais do desenvolvimento, observando-se:

  1. a) a indicação, e apenas nesses casos, da necessidade de atendimento em CRPE, devidamente fundamentada e comprovada em avaliação aplicada por equipe multiprofissional do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE, sempre que esgotados os recursos pedagógicos necessários para permanência do aluno em classe comum do ensino regular;
  2. b) a constituição de classe (CRPE) com até 6 (seis) alunos;
  3. c) a preservação do caráter substitutivo e transitório do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental;
  4. d) a permanência do aluno na CRPE condicionada à emissão de parecer semestral da equipe escolar, conjuntamente com a equipe de Educação Especial da Diretoria de Ensino, e mediante a participação do supervisor de ensino responsável pela unidade escolar, com registros contínuos de acompanhamento e dos instrumentos próprios de avaliação.

Parágrafo único – Os alunos, de que trata o inciso II deste artigo, à vista dos resultados das avaliações semestrais, poderão ser matriculados em classe comum e em Sala de Recursos, sendo classificados no mesmo ano/série ou em ano/série subsequente.

 

Artigo 4º – Na ausência de espaço físico adequado para a instalação de Sala de Recursos na unidade escolar e/ou na comprovada inexistência de Sala de Recursos em escola próxima, o Atendimento Pedagógico Especializado – APE dar-se-á por meio de atendimento itinerante, observados os seguintes procedimentos:

I – apresentação de projeto, pela unidade escolar, à Diretoria de Ensino, para atendimento especializado itinerante aos alunos público-alvo da Educação Especial, contendo as seguintes informações:

  1. a) número de alunos a serem atendidos;
  2. b) justificativa para o atendimento;
  3. c) dados completos de cada aluno a ser atendido: nome, RA, série/ano, escola de origem e horário de aulas na classe comum;
  4. d) laudo clínico e/ou pedagógico que justifique o atendimento;
  5. e) plano de atendimento com informações sobre local, horários e recursos disponíveis;
  6. f) parecer favorável do supervisor de ensino responsável pela unidade escolar;

II – atendimento individual e de caráter transitório ao aluno, ou grupos de alunos, em horários programados, na conformidade das necessidades avaliadas, de forma a não exceder a 3(três) aulas diárias, ministradas em turno diverso ao de frequência do aluno em classe comum do ensino regular;

III – carga horária do professor especializado, com mínimo de 2 (duas) e máximo de 8 (oito) aulas semanais por unidade escolar.

Parágrafo único – A constituição de turmas de Salas de Recursos, de Itinerância e de CRPE deverá observar o atendimento a alunos de uma única área de deficiência, ou de transtornos globais do desenvolvimento, ou de altas habilidades ou superdotação.

 

Artigo 5º – O Atendimento Pedagógico Especializado – APE de aluno matriculado em escola com funcionamento em período estendido será objeto de regulamentação específica.

 

Artigo 6º – Constituem-se requisitos que devem constar da solicitação de autorização para oferta de Atendimento Pedagógico Especializado – APE sob a forma de Sala de Recursos:

I – comprovação da existência de demanda, mediante apresentação de:

  1. a) avaliação pedagógica e psicológica, em caso de deficiência intelectual;
  2. b) laudo médico, no caso de deficiências auditiva/surdez, física, visual, surdocegueira, transtornos globais do desenvolvimento e deficiência múltipla e múltipla sensorial;
  3. c) avaliação pedagógica, complementada por avaliação psicológica, quando necessário, em casos de altas habilidades ou superdotação;

II – disponibilidade de espaço físico adequado e acessível, em local não segregado, que garanta acesso e integração de todos os alunos ao ambiente escolar.

 

Artigo 7º – A autorização para oferta de Atendimento Pedagógico Especializado – APE, sob a forma de Sala de Recursos, na unidade escolar, observadas as exigências constantes do artigo 6º desta resolução, dar-se-á mediante processo devidamente instruído e autuado pela Diretoria de Ensino, a ser encaminhado à Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB, contendo, obrigatoriamente, o que se segue:

I – ofício do Diretor de Escola da unidade escolar ao Dirigente Regional de Ensino, solicitando a autorização e especificando a(s) área(s) de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação demandadas, bem como, em cada caso, o número de alunos/turmas a serem atendidos;

II – planilha em que constem: nome, RA, série/ano, escola de origem dos alunos a serem atendidos e os respectivos horários de aula na classe/sala comum;

III – fichas dos alunos, obtidas no Sistema de Cadastro de Alunos, com identificação das respectivas necessidades;

IV – parecer do Centro de Informações Educacionais e Gestão da Rede Escolar, por meio do Núcleo de Gestão da Rede Escolar e Matrícula – CIE/NRM, contendo:

  1. a) indicação do espaço físico disponível para ser utilizado no prédio escolar;
  2. b) cópia do croquis do local que sediará o Atendimento Pedagógico Especializado – APE, sob a forma de Sala de Recursos, observada sua não segregação, caráter específico e condições de acessibilidade;
  3. c) análise da demanda, devidamente comprovada;
  4. d) parecer do supervisor de ensino responsável pela unidade escolar;
  5. e) parecer da Equipe de Educação Especial da Diretoria de Ensino;
  6. f) manifestação conclusiva do Dirigente Regional de Ensino.

Parágrafo único – A criação do Atendimento Pedagógico Especializado – APE, sob a forma de Sala de Recursos, na unidade escolar, somente será considerada autorizada após a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB exarar parecer favorável, deferindo a solicitação.

 

Artigo 8º – O docente que atuar no Atendimento Pedagógico Especializado – APE, sob a forma de Sala de Recursos, Itinerância ou CRPE, deverá ter formação na área da necessidade educacional especial, observada, no processo de atribuição de classes/aulas, a ordem de prioridade na classificação dos docentes, relativamente às respectivas habilitações/qualificações, de acordo com a legislação pertinente.

 

Artigo 9º – O professor especializado, que atue em Sala de Recursos, Itinerância ou CRPE, responsabilizar-se-á por:

I – atender o aluno, público-alvo da Educação Especial, na conformidade do que estabelece esta resolução;

II – participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;

III – realizar a avaliação pedagógica inicial dos alunos, público-alvo da Educação Especial, que dimensionará a natureza e o tipo de atendimento indicado, além do tempo necessário à sua viabilização;

IV – elaborar relatório descritivo da avaliação pedagógica inicial;

V – elaborar e desenvolver o Plano de Atendimento Individualizado;

VI – integrar os Conselhos de Classe/Ciclo/Ano/Série/Termo;

VII – oferecer apoio técnico-pedagógico ao professor da classe/aulas do ensino regular, indicando os recursos pedagógicos e de acessibilidade, bem como estratégias metodológicas;

VIII – participar de ações de formação continuada;

IX – manter atualizados os registros de todos os atendimentos efetuados, conforme instruções estabelecidas para cada área;

X – orientar os pais/responsáveis pelos alunos, bem como a comunidade, quanto aos procedimentos e encaminhamentos sociais, culturais, laborais e de saúde;

XI – participar das demais atividades pedagógicas programadas pela escola.

 

Artigo 10 – Com o objetivo de proporcionar apoio necessário aos alunos, público-alvo da Educação Especial, matriculados em classes ou turmas do Ensino Fundamental ou Ensino Médio, de qualquer modalidade de Ensino, a escola poderá contar com os seguintes profissionais:

I – professor interlocutor da LIBRAS/Língua Portuguesa, conforme admissão regulamentada pela Resolução SE 38/2009, para atuar na condição de interlocutor, em LIBRAS, do currículo escolar, entre o professor da classe/aulas do ensino regular e o aluno surdo/deficiência auditiva;

II – professor tradutor e intérprete da LIBRAS/ Língua Portuguesa, portador de um dos títulos exigidos para o professor interlocutor da LIBRAS na Resolução SE 38/2009 e da qualificação nas áreas das deficiências solicitadas, para atuar  na condição de tradutor e intérprete do currículo escolar, entre o professor da classe/aula comum e o aluno surdo-cego;

III – professor instrutor/mediador, portador de licenciatura plena com qualificação nas áreas das deficiências solicitadas,com o objetivo de intermediar o currículo escolar, entre o professor da classe/aula comum e o aluno que, além da deficiência múltipla sensorial, apresenta surdo cegueira ou deficiência física;

IV – cuidador, de acordo com o Termo de Ajustamento de Conduta, firmado entre o Ministério Público/Governo/SP e as Secretarias da Educação e Saúde, para atuar como prestador de serviços, nas seguintes situações:

  1. a) quando requerido e autorizado pela família;
  2. b) para alunos com deficiência, cujas limitações lhes acarretem dificuldade de caráter permanente ou temporário no cotidiano escolar, e que não conseguem realizar, com independência e autonomia, dentre outras, atividades relacionadas à alimentação, à higiene bucal e íntima, à utilização de banheiro, à locomoção, bem como à administração de medicamentos, constantes de prescrição médica e mediante autorização expressa dos responsáveis, salvo na hipótese em que esta atividade for privativa de enfermeiro, nos termos da legislação específica.

 

Artigo 11 – O registro do desempenho do aluno com deficiência intelectual deverá refletir seu rendimento escolar, em relação ao planejado na adaptação curricular registrada na Ficha Pedagógica Individual.

 

Artigo 12 – Esgotadas todas as possibilidades de avanço no processo de escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano frequentado, as escolas poderão viabilizar, ao aluno com severa deficiência intelectual ou grave deficiência múltipla, matriculado em CRPE, grau de terminalidade específica do Ensino Fundamental, certificando-o com o termo de conclusão de série/ano, acompanhado de histórico escolar que apresente, de forma descritiva, as competências por ele desenvolvidas.

Parágrafo único – A expedição do grau de terminalidade, de que trata o caput deste artigo, somente poderá ocorrer:

1 – em casos plenamente justificados e mediante relatório de avaliação pedagógica, com participação e anuência da família, e parecer do Conselho de Classe/Série aprovado pelo Conselho de Escola, devidamente visado pelo supervisor de ensino, responsável pela unidade escolar, e pela equipe de Educação Especial, da Diretoria de Ensino;

2 – a aluno com idade mínima de 17 (dezessete) anos. Artigo 13 – A escola deverá, rotineiramente, articular-se com os órgãos oficiais ou com as instituições que mantêm parcerias com o Poder Público, a fim de obter informações que orientarão as famílias no encaminhamento dos alunos a programas especiais, voltados para o trabalho, com vistas a uma efetiva integração na sociedade.

 

Artigo 14 – Ao Dirigente Regional de Ensino caberá:

I – indicar até 2 (dois) supervisores e, no mínimo, 1(um) Professor Coordenador do Núcleo Pedagógico – PCNP, para acompanhamento, orientação e avaliação específicas das atividades de Educação Especial;

II – assegurar o levantamento da demanda de alunos, público-alvo da Educação Especial, que necessitam de Atendimento Pedagógico Especializado;

III – zelar pela manutenção do cadastro atualizado de alunos, público-alvo da Educação Especial;

IV – divulgar amplamente, junto às unidades escolares, as possibilidades de formação para o mundo do trabalho dos alunos, público-alvo da Educação Especial, na conformidade dos programas implementados pela Secretaria da Educação e/ou por outros órgãos/entidades afins.

 

Artigo 15 – Caberá à Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB promover orientação, por meio de instruções que atendam às especificidades e necessidades dos alunos, público- alvo da Educação Especial.

Parágrafo único – As situações e/ou casos não previstos pela presente resolução serão objeto de análise do grupo de trabalho constituído por representantes dos departamentos, centros e/ou núcleos das Coordenadorias e demais órgãos da estrutura da Secretaria da Educação.

 

Artigo 16 – As Coordenadorias de Gestão de Recursos Humanos – CGRH e de Gestão da Educação Básica – CGEB  poderão baixar orientações complementares para cumprimento do disposto nesta resolução.

 

Artigo 17 – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir do início do ano letivo de 2015 e ficando revogadas as disposições em contrário, em especial, as Resoluções SE 11, de 31-1-08, e 31, de 24-3-08.

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Curso: “Uso e Ensino do SOROBAN Adaptado para alunos com Deficiência Visual”

Inscrições Abertas

“Uso e Ensino do SOROBAN Adaptado para alunos com Deficiência Visual”

O Centro de Atendimento Especializado por meio do Núcleo de Apoio Pedagógico specializado-CAPE,  solicita a divulgação aos Professores PEB I e PEB II que atuam com alunos com eficiência visual sobre a realização do Curso de Atualização “Uso e Ensino do Soroban Adaptado para lunos com Deficiência  Visual” nos termos da Resolução SE 58/11, com as inscrições abertas até o dia 25 de junho.

·Local de Realização: Rua Pensilvânia, 115 – Brooklin – São Paulo–SP;

·Telefone para fazer a inscrição: (011) 5090-4600;

·Número de  vagas: 40;

·Período de realização: 30 de junho a 04 de julho de 2014;

·Carga horária total: 40 horas;

·Horário do curso: das 8h às 17h.

Obs: Este comunicado deverá ser encaminhado a todas as escolas. Não haverá pagamento de diária.

Por Tania Regina

cape@edunet.sp.gov.br

 

PROJETO “SALAMANCA + 20: 1994 A 2014”

Na primeira semana do próximo mês de junho, comemora-se o vigésimo aniversário da “Declaração de Salamanca”. Este importante documento resultou da “Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais”. Convocado pela UNESCO, este evento reuniu representantes de diversas nações, que reafirmaram o DIREITO DE TODOS À EDUCAÇÃO, principalmente de todas as “pessoas com necessidades educativas especiais”.

Tendo como referência este importante acontecimento, a CGEB convida todos aqueles que fazem parte da Secretaria da Educação a uma reflexão sobre as ações desenvolvidas ao longo desses 20 anos, que contribuíram para o enriquecimento das consciências e efetivação desse direito no estado de São Paulo, especialmente na rede oficial de ensino. Mais ainda, aproveita a ocasião e, numa atitude prospectiva, propõe que se pense em ações que possibilitem uma afirmação das conquistas efetivadas e a assunção de atitudes que respondam às demandas do século XXI, para os próximos 20 anos, por exemplo.

Para a efetivação dessa proposta, que não se constitui numa mera comemoração, a CGEB apresenta o Projeto “Salamanca + 20: 1994 a 2014” descrito em Documento Orientador disponível na Intranet – Espaço do Servidor (CGEB > Biblioteca > Documentos Orientadores) e que explicita suas características, metodologia e cronograma.

Diante dos objetivos deste Projeto, espera-se o envolvimento e a divulgação por parte de todos os que, de fato, trabalham por uma educação pública e de qualidade..

Fonte: Boletim CGEB, de 21/05/2014

INSCRIÇÕES DA 2ª EDIÇÃO DO CURSO DE LIBRAS ONLINE

Libras on line

O Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE em parceria com a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo (EFAP), informa a todos os professores e profissionais da Rede Estadual de Ensino que estão abertas as inscrições para o Curso de Introdução à Libras Online, na modalidade a distância e autoinstrucional, realizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem da EFAP (AVA-EFAP).

É um curso introdutório, com o objetivo de proporcionar a inclusão e a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais, de proporcionar a inclusão e aprendizagem da língua de sinais, possibilitando assim, a comunicação efetiva dos alunos surdos na escola.

É oferecida uma carga horária de 90 horas, dividida em dois módulos, durantes os quais, o cursista realizará atividades avaliativas e conhecerá de forma lúdica e dinâmica, a comunidade surda bem como sua língua e identidade por meio de vídeos novela.

As inscrições ocorrerão no período de 19 a 25 de maio de 2014, exclusivamente pelo site do curso. Início do curso em 9 de junho e término em 31 de agosto.